Muitos de nós se lembram de algum brinquedo musical que marcou nossa infância. Seja um teclado, piano ou até mesmo microfone, tudo que produzia som era muito divertido. O mesmo acontece quando nos recordamos de alguma música que passou por diferentes gerações e permaneceu em nossa vida por longos períodos.  Isso ocorre porque várias canções estão presentes na rotina de todos nós, entretanto, na da criança, as melodias assumem papéis diferentes, pois contribuem para o sistema psicomotor – responsável pelas funções motoras e psíquicas, e também para o lado afetivo e linguístico. Setores em que a música atua A musicista Marcelle Rebeca Maganha nos explica que a infância é o período onde acontece o desenvolvimento de importantes competências e habilidades, características que acompanharão meninos e meninas por toda a vida. “Por causa disso, concluímos que as primeiras experiências de aprendizagem de uma criança determinarão a personalidade, autonomia e independência dela quando adulto. A música, em sua essência, facilita no melhor molde dessas questões, ajudando diretamente na inteligência, capacidade de expressão, competências, relações sociais e memória visual. O aprendizado da música vai além do ensino de algum instrumento, ele tem como influência em outras áreas do aprendizado da criança, como a de matemática/lógica, habilidades de leitura/escrita e meio artístico como criatividade/sensibilidade”, ressalta. Musicalização com brinquedos Agindo também como terapia, a m...
Cadeirinha de carro: conheça as características e benefícios A fase da primeira infância compreende o período de 0 até 05 anos, e todo o cuidado com o bebê é necessário, inclusive, na hora do passeio de carro. Nesses períodos, as crianças também precisam de equipamentos próprios para serem transportadas no carro, como por exemplo, as famosas cadeirinhas. São esses produtos que garantem a segurança, ao mesmo tempo em que são confortáveis e facilitam a rotina. Saiba um pouco mais sobre algumas das opções que podemos encontrar para meninos e meninas: Bebê Conforto Recomendado para crianças de até 13 kg, é indicado até os 02 anos. Geralmente, essa é uma cadeirinha para carro mais reclinável, e que protege contra os impactos na hora em que o motorista precisa frear. É importante lembrar que ao adquiri-lo, o Bebê Conforto precisa ser bem posicionado no automóvel. Assento de Elevação  Também conhecido por “banquinho”, serve para a criança ficar mais alta e usar o cinto de segurança do próprio veículo. O Assento é recomendado para quem já completou 04 anos de idade, pois a criança já está maior, embora todo cuidado ainda seja necessário. Cadeirinha Auto Recline Desenvolvida para crianças de até 07 anos, geralmente, inclui apoio para a cabeça, além de ser muito flexível, com 4 posições de reclino, e também cinto de segurança ajustável. Mãe que aprova a cadeirinha no carro Conversamos com a mãe e enfermeira, Tatiane Andrade, que utiliza o Bebê Conforto no carro para transportar Luiz...
As crianças passam por diferentes fases até chegar a idade adulta. Conforme se desenvolvem, observamos mudanças no falar, andar e, principalmente, no comportamento de cada uma delas. Embora mudar seja parte essencial da vida, muitas ficam inseguras quando acontece uma das primeiras transições, sendo essa a do berço, para a cama. Esse período requer atenção por parte dos pais, já que algumas crianças se adaptam fácil, enquanto outras possuem dificuldade. Para nos ajudar a compreender mais sobre essa situação, conversamos com a psicóloga e psicopedagoga Lilian Gomes, que oferece sua opinião profissional sobre o tema: 1) Há alguma idade específica para as mães mudarem as crianças do berço para a cama, ou isso depende de uma para a outra? Não existe uma idade específica para essa transição e, como em todo processo educativo vale sempre o bom senso. Entretanto, costumamos indicar após os 2 anos, porque com essa idade a criança já tem firmeza no andar, está um pouco independente e consegue comunicar-se através da fala. 2) É importante os pais conversarem com os filhos sobre essa transição? Se sim, por quê? É fundamental a criança ser preparada para essa mudança e participar dela como uma conquista, opinando sobre a escolha da cama e adereços. Na medida que os pais valorizam o crescer e o desenvolvimento do filho, este se sentirá reconhecido e incentivado a continuar. 3) Se a criança já atingir uma idade um pouco maior e não quiser que a mudança ocorra, como os pais devem reagir?...
Sabemos que quando o primeiro filho nasce, é uma grande comemoração entre a família. O carinho e atenção são voltados para a criança, fazendo-a se sentir amada por todos ao seu redor. Entretanto, quando as mães descobrem uma nova gravidez, diferentes sentimentos brotam dos mais velhos.  A chegada de um irmão mais novo faz com que o ciúme, por exemplo, seja despertado. Não apenas os pais, como também tios e avós, podem ficar confusos sobre o que fazer perante esse novo cenário. É por isso que a psicóloga Isadora Barbieri Stuchi nos ajuda a compreender mais a respeito da situação. Além disso, auxilia os adultos sobre como se posicionar, principalmente, nas atitudes do cotidiano. O nascimento de um novo filho A profissional começa explicando que, o nascimento de um bebê e a perda do posto de filho único é um acontecimento difícil para algumas crianças, pois gera a sensação de insegurança, já que o pequeno passa a ser o irmão mais velho.“Geralmente está associado a pensamentos que trazem à tona o medo do abandono ou da perda do amor e carinho dos pais. Pensamentos estes que a criança ainda não consegue compreender, difíceis de expressar ou controlar, como por exemplo: ‘meus pais não vão me amar mais’, ‘meus pais não terão mais tempo para mim’, ‘eles gostam mais do bebê do que de mim’, entre outros. ” Atenção ao ciúme Apesar de ser um sentimento muito comum, é necessário que os pais observem quando precisa ser controlado. “Alguns comportamentos agressivos, como bater e beliscar...
Diversão é um direito Toda criança tem o direito de brincar. É através dessa atividade que adquirimos incríveis lembranças de tempos onde a inoscência era grande e a vida era, sem dúvidas, muito mais leve. São nos momentos de diversão que meninos e meninas aprendem e se desenvolvem. Para explicar mais sobre a importância desse tema, a psicóloga Rafaela Dallaqua vem nos esclarecer algumas questões sobre esse universo. A importância do brincar  “É ao brincar que as crianças ultrapassam a realidade, transformando-a através da imaginação. É também dessa maneira que muitas expressam o que não conseguem dizer através das palavras, inclusive, seus conflitos internos. Ao brincar, os pequenos vão aumentando sua autonomia, assim como entendem sobre regras e tomada de decisões”, explica a profissional. Primeira Infância (0 a 5 anos) Nessa fase as crianças estão descobrindo o mundo ao seu redor, e ainda precisam de atenção a todo tempo, já que estão em processo de evolução em relação ao andar, falar e compreender linguagens corporais e verbais. Rafaela comenta que o brincar é importante tanto nos aspectos físicos, como social, cultural, afetivo, emotivo e cognitivo. Ou seja, é uma das melhores formas de entendimento para os bebês. “Os brinquedos educativos são de extrema importância, pois eles ajudam no desenvolvimento da psicomotricidade. Um autor muito conhecido na área  da psicologia e pedagogia (Barreto), explica que o desenvolvimento psicomotor são essenciais na prevenção de prob...
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